quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Família do povoado Marimbondo vive sob risco de desabamento

Com risco de desabamento, a casa onde Maria Angélica dos Santos (26) vive com seus dois filhos menor de idade, fica localizada no povoado Marimbondo, distante acerca de 16 Km da sede do município de Pirambu.

 

A casa foi uma herança herdada por seus pais. As camadas de barros contem rachaduras e podem servir de abrigo para o barbeiro, inseto causador da doença de chagas. 



Desempregada, Angélica sobrevive basicamente  do benefício do Bolsa Família, no valor que chega entorno de 200 reais, essa é sua renda mensal, que dividido por 03, soma o total de R$ 66 por pessoa.


 Angélica conta que chegou a procurar a Assistência Social do Município para ajudá-la a fazer sua casa, mas, nunca conseguiu ” Na época em que fui procurar, fui informada que meu nome já constava na lista, mas, que a construção seria feita por etapa, uma espécie de sorteio, mas, até agora nada”. Afirma.

 

 Ela conta ainda que apesar das necessidades financeiras enfrentadas, não participa de nenhum benefício social vindo da prefeitura, nem mesmo, do "Mesa Farta".

 

Diante das declarações, procuramos o contato com a Prefeitura do Município de Pirambu, de acordo com o Assessor de Comunicação, o projeto que visou construir casas para pessoas de baixa renda no município, foi acessado ainda durante a 1ª gestão do prefeito Élio Martins (PSC), que de inicio, solicitou a quantidade de 150 casas ao Governo Federal, mas, só foram atendidas 20 unidades.


Ainda segundo o assessor, "recentemente, o prefeito enviou o "Projeto Reformando" para a aprovação na Câmara Municipal, que  pretende reformar casas do município, repito, "reformar, não é construir casas". 


 "para  conseguir o beneficio, as pessoas devem fazer o cadastro na Secretaria de Assistência social do município, após o cadastro, será agendado a visita em Lócus pela a Assistente social, juntamente com o Engenheiro, que irão avaliar as necessidades do pedido".


O assessor de comunicação ficou de informar quando as reformas de casas terão inicio, mas, afirmou que o pessoal já começou a fazer os cadastros.

 Em relação ao Programa Mesa Farta, o Assessor de Comunicação falou que este é aberto á todas as pessoas que são baixa renda,  e os critérios para a aprovação do cadastro, seguem os mesmos critérios do Governo Federal. 

 Para se ter acesso ao Mesa Farta, o interessado precisa procurar o  Centro de Referencia de Assistência Social do Município- CRAS e solicitar o cadastro.



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Jéssica Feitoza


Xavier chama vereadores da bancada do prefeito de “fantoches” por não aprovarem o Projeto que cria a Ficha Limpa Municipal, e eles reagem

 

Xavier (REDE)

 No último dia 17, o clima na sessão de vereadores esquentou após a fala do vereador Weverton Xavier ( REDE), que chamou os vereadores da bancada do prefeito de “fantoche, massa de manobra”, e disse  “ Não retiro uma palavra”.



 “Acho que os vereadores que analisaram o projeto, nem ao menos tiveram conhecimento do que se tratava, pois, o Projeto na verdade analisa as regras do Poder Administrativo, não sobre a organização do Poder Executivo, mas, digo o seguinte: Esse ano esse Projeto não retornará a casa, porque segundo o Regimento, ele só poderá ser trazido novamente após 01 ano, mas, traremos ele novamente sob iniciativa Popular, então, com a casa cheia, o povo irá ver a “cara” de vocês”. Conclui Xavier.


Indignados com as classificações utilizadas pelo Vereador Xavier, Gil Rocha Cruz (PSC) Toinho de Jurandí (PSC), Tati de Dimas (PSC), e Cida do Coco (PSC) reagem:


 Saiba o que Gil Rocha Cruz falou: 

"Quero dizer que estamos aqui para nos somar com as proposituras dos vereadores Clébio, Xavier, Badinho, se assim entendermos que é pertinente, mas se o setor jurídico entendeu que o Projeto era inconstitucional, então acompanhamos essa decisão. Agora, as palavras massa de manobra e fantoche é muito forte". Conclui.


Toinho de Jurandi


 “Somos todos de maior, quando o povo me elegeu, é porque confiou na minha capacidade, e quantas vezes esse Projeto retorne a casa, pode encher o plenário, que meu voto será não! Porque eu votei consciente. Agora eu lhe pergunto Xavier, o senhor acha que eu tenho obrigação de votar em seus Projetos? Não sou forçado a votar em seus projetos, a vontade é minha, minha resposta é não e pronto! ”. Conclui.


Cida do Coco:


Quero dizer a você, vereador Xavier que fantoche foi o senhor, quando não votou no Plano de Saneamento Básico, e ninguém lhe questionou sobre isso, e o Plano seria muito importante para Pirambu, até para V. excelência que reside aqui no município. Então, assim, eu não fui colocada aqui na Câmara por vereador e nem pelo prefeito, então eu não devo favor a vereador nenhum, muito menos ao prefeito, o povo quem me colocou, e é a quem devo respeito e trabalho. Mas, seu vocabulário vai ficar para sua “cara” na eleição, porque o povo vai lhe dar a resposta a você nas urnas, porque que o senhor queria exonerar o Secretário de Segurança, quando o povo estava pedindo mais segurança?” Conclui.


Tati de Dimas:


"Vereador Xavier, eu não votei em seu Projeto, porque ele é uma Lei Nacional, ele já existe, e Pirambu não fica fora desse quadro, porque essa lei se Pirambu já faz parte do Brasil? Então, eu não vejo necessário aprovar essa Lei. Eu vejo necessário aprovar Lei e projeto que venha beneficiar a cidade como um todo, e esse projeto eu tenho direito de votar ou não, e tantas vezes ele venha a esta casa que eu não vou votar". Conclui.


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Jéssica Feitoza

Por 44 votos a 26 ,senado devolve mandato a Aécio Neves


Senado decidiu nesta terça-feira, por 44 votos a 26, devolver ao senador Aécio Neves (PSDB-MG) o exercício do mandato parlamentar. Aécio estava afastado da Casa desde o final de setembro por decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que se baseou nas investigações contra o mineiro a partir das delações premiadas de executivos do Grupo J&F
O colegiado também havia determinado a Aécio o recolhimento domiciliar noturno, medida que, assim como a suspensão do mandato, foi derrubada pelos senadores.

Para que pudesse voltar a frequentar o Senado, Aécio Neves precisaria de ao menos 41 votos entre seus 80 colegas. A deliberação sobre a decisão da Turma do STF foi iniciada pelo presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE), por volta das 17h e o resultado saiu por volta das 19h40. 
Conforme decisão do ministro do Supremo Alexandre de Moraes nesta terça-feira, a votação foi aberta, ou seja, é possível saber como cada parlamentar se posicionou. Caso não houvesse 41 votos para devolver o mandato ao tucano ou para manter seu afastamento, a votação seria repetida, conforme Eunício.



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Redação Veja

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