domingo, 1 de maio de 2016

PONTO Net - Os caminhos de acesso...

O domínio tribunadapraia.net  já está criado, mas em função de problemas financeiros - nosso site é mantido com recursos próprios, não colocamos no ar a nova plataforma.

Enquanto isso continuem acessando via tribunadapraia.com.br que lhes redirecionaremos ao Blog tribunadapraia.blogspot.com.br
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Claudomir Tavares

PLANTÃO SERIGY: Uma nova e eficiente forma de se comunicar

Através de boletins diários que vão ao ar de segunda a sexta-feira (a temporada 2015 teve iNicio em 21 de abril),  classificados como "Plantão", a Rádio Serigy tem alcançado via redes sociais pelo menos mil dos contatos cadastrados pelo portal Tribuna da Praia, da qual é fundo musical.

São blocos de 3 a 5 notícias com tempo de 25 a 35 segundos cada, que inicialmente são anunciados, depois disponibilizados os áudios e num terceiro momento postado os textos na íntegra - no site e blog, bem como nas diversas lista de transmissões que alcançam centers de seguidores em dezenas de cidades sergipanas e outros em 17 estados brasileiros.

A repercussão e avaliações tem sido as mais positivas, com manifestações elogiosas, o que só nos estimulam a dar sequência a este novo e eficiente modelo de comunicação.

Este ano não conseguimos ainda colocar no ar o novo projeto da web Rádio Serigy, mas para não deixar órfãos nossos ouvintes, estamos desde novembro de 2015 em conexão com a "Route 66 - Classic Rock Radio", do Rio de Janeiro, até que nossa programação ao vivo e automática seja restabelecida.

Caso queira receber diariamente nossos áudios de segunda a sexta-feira, cadastre seu contato de WathsApp para que possamos te incluir.
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por Claudomir Tavares

CARTA ABERTA: Do professor Adriano Ribeiro ao deputado Ricardo Nezinho

Quero em âmbito pessoal, repudiar veementemente, como cidadão e trabalhador da educação, o "Projeto Escola Livre" de sua autoria. Seu projeto é essencialmente desnecessário e fora do contexto democrático contemporâneo, fere em toda sua circunstância a própria liberdade que preexiste na sala de aula, além de não representar qualquer tipo de benefício didático-pedagógico as minhas aulas.
Sim, sou professor da disciplina História da rede estadual, e por razões óbvias e não partidárias nada do que exista nesse projeto vai alterar a forma como planejo e ministro minhas aulas. A neutralidade só serve a um tipo de educação, a subserviente e acovardada, disso já temos o suficiente na Assembleia Legislativa.

A sala de aula não é minha, a sala de aula é do aluno/a, e no que cabe a excelência pedagógica jamais permitirei que projetos dessa natureza influenciem a maneira como se deve conduzir uma aula. Peço, que antes de pensar sobre a educação visite uma escola, procure saber como elas estão, veja de perto, e não apenas em campanha.

O senhor como deputado nessa democracia (fictícia e periférica que é a de Alagoas), não possui as prerrogativas legais para tomar atitudes sem antes conhecer a dinâmica de uma escola. Não queira usar seu cargo para "aparecer" na mídia local e nacional com ideias absurdas e sem efeito lógico. Sei que não será o senhor que vai ler essa mensagem, mas sei que estou fazendo a minha parte, me indignando como profissional, e carregando comigo esse sentimento justamente para onde esse projeto não terá espaço.

Me entristece saber que gente como você representa uma sociedade tão carente de conhecimento como a nossa, me desagrada saber que Alagoas possui deputados iletrados quando se trata de querer fazer alguma coisa pela educação. Mas, de qualquer forma se quiser fazer realmente alguma coisa, primeiro escute professores/as, alunos/as, pais de alunos, as pessoas que formam o pessoal de apoio, enfim, não seja um incapaz, aprenda a escutar a comunidade estudantil e reconhecer aquilo que não temos, como formação continuada (mestrado e doutorado), salas de aula temáticas, laboratórios, quadras esportivas, concurso para pessoal de apoio, amparo fora da sala para os alunos/as com dificuldades e limitações de aprendizagem, escolas ambientadas com climatizadores para dar qualidade de aula a professores/as e alunos/as, transporte digno e pontual, fomento a práticas esportivas, e a formação de cursos profissionalizantes atuais e tradicionais, etc.

Enfim, reitero que antes de escrever qualquer bobagem sobre a educação, procure vivenciar o cotidiano que passamos nas escolas, assim quem sabe o voto dado por muitos deles e pelos seus pais possam de fato valer a pena.
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* Adriano Ribeiro, professor de História da rede estadual em Porto Real do Colégio/AL

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